O despontar de Alunos de Transmissões na Academia Militar

O Major-General João Bento Soares aborda o início da formação de oficiais do quadro permanente da nova Arma de Transmissões. Embora o plano do 1.º Curso elaborado pelo Exército previsse a formação de oficiais não engenheiros, a recém-criada Direção da Arma de Transmissões reivindicou uma licenciatura em Engenharia Eletrotécnica. O curso durava sete anos: quatro na Academia Militar — com formação militar e os três anos preparatórios de Engenharia — e três de especialidade no Instituto Superior Técnico. Este currículo da Academia Militar foi estabelecido pela Portaria n.º 17 894, de agosto de 1960, do Ministro do Exército, Afonso Almeida Fernandes, oficial-general oriundo de Engenharia.

Tradições e Heráldica para a nova Arma de Transmissões

O Major-General João Bento Soares relata como os 14 cadetes do primeiro Curso de Transmissões da Academia Militar (Gomes Freire) definiram elementos essenciais da nova Arma, os símbolos heráldicos — carcela e aranhiços — e as tradições académicas dos seus alunos enquadrada na Cerimónia de Passagem do Bastão. O Grito da Arma de Transmissões foi obra do segundo Curso.

A relevância dos Oficiais de Transmissões serem Engenheiros Electrotécnicos

O Coronel de Transmissões Saraiva Mendes aborda o contexto do ensino superior e da engenharia em 1959, a reorganização do ensino militar, o seu percurso na Academia Militar e releva o prestígio e exigência académica da Engenharia.

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