As Eleições para a Assembleia Constituinte (1975) – Parte 1

Post do MGen Edorindo Ferreira, recebido por msg: 1. INTRODUÇÃO No dia 25 de Abril de 1975 realizaram-se em Portugal as primeiras eleições livres por sufrágio directo e universal, dando cumprimento ao compromisso expresso no Programa do Movimento das Forças Armadas. Foram eleitos os 250 deputados da Assembleia Constituinte, com a “incumbência exclusiva de elaborar e aprovar a nova Constituição […]

Homenagem à antiga EPTm, Lisboa

Por incumbência da Presidente da Junta de Freguesia de São Vicente e após autorização do EXmº CEME, vai ser colocada uma placa na entrada da atual DCSI, na Rua de Sapadores, em Lisboa, no exterior da Unidade, alusiva à participação no 25 de abril de 1974 da então Escola Prática de Transmissões. Esta placa é uma homenagem da Junta de […]

Grande Guerra -IV- Divisão de Instrução, manobras de 1916 – Iª parte

As comunicações na Divisão de Instrução, nas manobras de 1916  Aniceto Afonso Jorge Costa Dias I- As comunicações no exército britânico na Frente Ocidental, onde as tropas portuguesas seriam integradas 1. Introdução A nossa comunicação vai abordar os seguintes aspetos: – As comunicações no exército britânico na Frente Ocidental, onde as tropas portuguesas seriam integradas. – Ideia geral dos exercícios […]

Grande Guerra -III- A Divisão de Instrução (mobilizada)

A Divisão de Instrução mobilizada para os exercícios em Tancos ORGANIZAÇÃO Em fevereiro de 1916, a fim de instruir as tropas que poderiam ser deslocadas para o teatro de guerra europeu, foi mobilizada a Divisão de Instrução para efetuar exercícios em Tancos. A 3 de maio, o Quartel-General da Divisão instalou-se nos edifícios que lhe foram destinados e a 1 de […]

O meu 11 de Março

Post da nossa leitora Sra D. Maria Isabel Ferreira, recebido por msg: A tarde de Março começava soalheira, vivida numa aparente normalidade. A vida, lá no serviço, rolava como era costume, com o rigor humano e técnico inerente a uma grande empresa, para a qual era necessário e imperioso que os comboios circulassem dentro dos horários e em conformidade com […]

Eletrificação dos Lugares de Chã, Abadia e Pinheiro pelos Militares da Escola Prática de Transmissões

No inicio dos anos 70 do séc passado, cerca de 30% dos portugueses eram ainda analfabetos, sendo a taxa nas mulheres bem superior à dos homens (quando da implantação da República, 3/4 da população portuguesa não sabia ler nem escrever). A esmagadora maioria não tinha qualquer acesso à cultura, ou sequer à informação, nem a meios e recursos de bem-estar. Mais de 50% das casas onde a […]

Grande Guerra – Divisão de Instrução – Relatório Soares Branco (1)

Post do MGen Pedroso Lima e do Cor Costa Dias,  recebido por msg: Relatório do Serviço Telegráfico da Divisão de Instrução – 1ª Parte O Relatório da participação das transmissões nas Manobras de Tancos da Divisão de Instrução, em 1916, elaborado pelo Chefe do Serviço Telegráfico da Divisão, capitão de Engenharia Soares Branco é um documento extenso dividido em 4 […]

Ainda as Memórias do Museu das Transmissões

Ao post do Maj Carlos Rosado “Memórias do Museu das Transmissões” (ver aqui) que, até agora, foi o único post do Blogue que, mereceu ser considerado como escrito em “prosa camiliana” por um grande apreciador de Camilo, apresentei um comentário onde manifestava o meu interesse em contactar o general Altino de Magalhães. Com efeito, o post relata a proeza do […]

Os Aerosteiros, balões, aviões e as Transmissões

BREVES APONTAMENTOS HISTÓRICOS Unidades de Aerosteiros Pelo Cor Engº Bastos Moreira, in Jornal do Exército, Março de 1992 A Reorganização de 1911, publicada na Ordem do Exército n.° 11 – 1ª Série, de 26 de Maio de 1911, incluiu na Arma de Engenharia o Serviço Telegráfico Militar, o qual compreendia: — A Inspecção do Serviço Telegráfico Militar — A Comissão […]

A TSF do CEP

Post do MGen Edorindo Ferreira, recebido por msg: Com a entrada de Portugal na Grande Guerra foi necessário constituir unidades de Transmissões para instalar, explorar e manter o sistema de comunicações do Corpo Expedicionário Português (CEP). No que se refere à Telegrafia Sem Fios (TSF) foi criado o Serviço de TSF do Corpo, responsável pelo sistema de comunicações pela TSF […]

Grande Guerra -II- A Divisão de Instrução (planeada)

Em Maio de 1915 voltou-se a colocar a necessidade de mobilização uma Divisão para atuar no campo de batalha Europeu. A partir de novembro após Afonso Costa formar Governo, foi decidido preparar uma Divisão de Instrução a concentrar em Tancos. Apresenta-se a seguir a composição da Divisão de Instrução que foi planeada para vir a intervir no conflito da Grande […]

Conferência sobre Telegrafia ótica em Portugal

A convite do meu irmão João realizei em Coimbra uma palestra (pode ser consultada no menu Palestras, ou ver aqui), no âmbito das “Lojas de Saber” que criou em 2012. A palestra foi destinada a divulgar o tema a uma assistência muito menos preparada para o tema que os visitantes deste Blogue, que nele dispõem de um vasto conjunto de […]

O Levantamento da participação das Transmissões na Grande Guerra – Dois apontamentos

Para além do tratamento metódico e cuidadoso que vai sendo feito, pela nossa comissão, sobre a participação das Transmissões na Grande Guerra, julgo ter cabimento o relato de pormenores que ajudam a compreender o empenhamento do nosso soldado e a sua adaptação a situações novas. A primeira situação, extraída do livro (A Batalha do Lys, 9 de Abril de 1918 […]

Tancos, as manobras de 1866 e a telegrafia de campanha

O Polígono militar de Tancos, onde se situaram a Escola Prática de Engenharia (hoje Regimento de Engenharia nº1), o Batalhão de Caçadores Pára-quedistas, mais tarde Regimento de Caçadores Pára-quedistas, mais tarde ETAT (hoje Escola de Tropas Pára-quedistas), a Base Aérea nº 3 – onde eu vivi 10 anos, mais tarde CTAT (hoje Unidade de aviação ligeira do Exército) e o Batalhão de Transmissões nº3 do Casal […]

A evolução do conhecimento da Telegrafia ótica na última década

Post do MGen Pedroso Lima, recebido por msg: Ao passar num alfarrabista encontrei, a preço de saldo, o livro, em 2 volumes, de mais de 1000 páginas, “XV COLÓQUIO DE HISTÓRIA MILITAR,” dedicado ao tema PORTUGAL MILITAR NOS SÉCULOS XVII e XVIII ATÉ ÀS VÉSPERAS DAS INVASÕES FRANCESAS. O colóquio foi organizado pela Comissão Portuguesa de História Militar e realizado […]

Grande Guerra – Um Raid Português – 2 relatório

O raid de 9 de março de 1918 deu origem ao relatório elaborado pelo Comandante da 1º Divisão, General Gomes da Costa,(AHM /Div 1/Sec 35/Cx 144), que a seguir se transcreve. ” RELARÓRIO SOBRE O RAID DE 8/9 CORRENTE SOBRE O BOAR’S HEAD Com o fim de manter elevado o moral das tropas e obrigar o inimigo a temê-las ordenei […]

Notas sobre a Grande Guerra nas Colónias Portuguesas (4)

Post do MGen Pedroso Lima, recebido por msg: Julgo não ser novidade para ninguém que a Grande Guerra nas colónias portuguesas, em particular em Moçambique onde foi particularmente penosa, é muito pouco conhecida, mesmo na atualidade. Há uns meses, numa exposição, apresentada na Assembleia da República, sobre a participação portuguesa na Grande Guerra, coordenada pela prof. Fernanda Rollo, a guia […]

Depoimentos de sinaleiros franceses na batalha de Verdun

Post do MGen Pedroso Lima, recebido por msg: Tenho o privilégio de ter uma filha que me presenteia com livros sobre a IGM, sabendo do meu gosto pelo estudo da participação portuguesa na IGM, que vem de há muitos anos. O último livro que me ofereceu, depois de uma viagem a França, foi o seguinte: O autor, no livro, apresenta […]

Grande Guerra -I- Divisão Auxiliar – Composição

A Divisão auxiliar previa a mobilização de 651 oficiais e 19.235 praças, num total de 19.886 homens. Em relação a solípedes eram necessários: De sela- 1987 De tiro- 3864 A dorso- 200 Num total de 5.873 Em relação a viaturas: – Automóveis: Ligeiras para pessoal- 17 Omnibus para pessoal- 15 Camiões para carga- 137 – Viaturas não automóveis: De 2 […]

As fotos dos leitores (15)

Mais uma fotografia da belíssima capela do ATmA, em Luanda, tirada em 1970, amavelmente enviada pelo ex furriel miliciano sr Reinaldo Macedo. Pena não ser a cores, para melhor se verem os vitrais. Nota – não foram poucas as vezes em que muitos de nós subimos ao telhado ao fim do dia para melhor observar o espetáculo que era o pôr […]